Descarbonização sem Monitoramento? O Papel das Tecnologias de CO₂ no Futuro do Setor Energético Brasileiro

O Brasil ocupa hoje uma posição estratégica única na corrida global pela descarbonização — e mais do que isso, pela transformação do CO₂ em valor econômico. Com fontes de CO₂ de alta pureza (o que reduz significativamente o custo de captura), uma escala industrial consolidada na produção de etanol, acesso a linhas de financiamento climático e uma crescente demanda global por soluções de carbono negativo, o país reúne condições reais para liderar esse movimento. Mas existe um ponto crítico que define o sucesso — ou o fracasso — dessa oportunidade: o monitoramento do CO₂. Sem medição precisa, não existe crédito confiável – (MMV)Para que o CO₂ deixe de ser apenas um passivo ambiental e passe a ser um ativo econômico — seja via Captura e Armazenamento de Carbono, produção de combustíveis sintéticos ou geração de créditos de carbono — é indispensável garantir rastreabilidade e confiabilidade dos dados. O mercado global exige comprovação técnica: quanto foi capturado, quanto foi armazenado, por quanto tempo e com qual nível de segurança. Sem isso, não há validação regulatória, nem acesso a mercados internacionais. Monitoramento como base da regulação e do licenciamentoA expansão de projetos de descarbonização no Brasil passa diretamente por processos regulatórios e de licenciamento ambiental cada vez mais rigorosos. Nesses processos, o monitoramento contínuo do CO₂ não é apenas um diferencial — é uma exigência. Tecnologias de medição permitem acompanhar: Isso garante segurança operacional, transparência e conformidade com normas nacionais e internacionais. Segurança ambiental e credibilidade dos projetos – (CCUS)Projetos de armazenamento de carbono só ganham escala quando existe confiança — tanto da sociedade quanto dos investidores. O monitoramento é o que assegura que o CO₂ está, de fato, confinado de forma segura e permanente. Sem dados confiáveis, qualquer iniciativa fica vulnerável a questionamentos, riscos reputacionais e perda de investimento. Inteligência para gerar valor econômicoAlém da função regulatória e ambiental, o monitoramento também é uma ferramenta estratégica. Com dados qualificados, empresas conseguem otimizar processos, reduzir custos operacionais e identificar novas oportunidades de monetização do carbono. Isso inclui desde melhorias na eficiência da captura até a criação de novos produtos e mercados baseados em carbono reutilizado. O papel do Brasil — e da tecnologiaSe o Brasil já possui vantagens naturais e industriais, é o investimento em tecnologia e monitoramento que vai transformar esse potencial em liderança global. Empresas que atuam com instrumentação, dados e análise têm papel central nesse ecossistema, garantindo que cada tonelada de CO₂ capturada seja também uma tonelada validada, segura e economicamente relevante. Em um cenário onde carbono passa a ser moeda, medir bem deixa de ser detalhe técnico — e se torna estratégia de negócio. Dentro desse cenário onde o Brasil pode liderar a transformação do CO₂ em valor, a escolha da tecnologia de medição deixa de ser operacional e passa a ser estratégica. É exatamente aqui que entram soluções como os sensores de CO₂ e CH da 4H-Jena Engineering. O sistema de medição de CO₂ (como os sensores CONTROS da 4H-Jena) é estratégico porque resolve o principal gargalo do mercado de carbono: a confiabilidade dos dados. Medição de alta precisão = crédito validadoProjetos de Captura e Armazenamento de Carbono, biogás, etanol ou hidrogênio só geram valor econômico real quando os dados de CO₂ são auditáveis. Os sensores da 4H-Jena são projetados para medições contínuas e de alta precisão, inclusive em ambientes desafiadores (offshore, industrial, águas profundas).Isso garante que cada tonelada monitorada possa ser comprovada — algo essencial para acessar mercados internacionais de carbono. Monitoramento contínuo e em tempo realDiferente de medições pontuais, a tecnologia permite acompanhamento contínuo do comportamento do CO₂. Isso é fundamental para: Na prática, transforma dados em evidência — e evidência em valor. Segurança e gestão de risco Em projetos de armazenamento geológico ou monitoramento ambiental, o risco de vazamentos é uma preocupação central. Sensores confiáveis permitem detectar variações rapidamente, aumentando a segurança operacional e reduzindo riscos ambientais e financeiros. Isso é decisivo para licenciamento e para atrair investidores. Integração com projetos no Brasil O CCS no Brasil está avançando rapidamente com projetos-piloto que integram captura, transporte e armazenamento geológico de CO₂.Iniciativas como o CCS São Tomé, da Petrobras, mostram o crescimento da infraestrutura, da regulamentação e das tecnologias de monitoramento ambiental no país.Esse movimento posiciona o Brasil como um dos mercados estratégicos para soluções de descarbonização e monitoramento de carbono em larga escala. Tecnologias como as da 4H-Jena permitem transformar essa vantagem em diferencial competitivo, garantindo padrão internacional de medição — algo indispensável para exportar créditos ou atrair capital climático. O papel da Atlantec Como representante e integradora dessas tecnologias no Brasil, a Atlantec conecta inovação global com aplicação prática no mercado nacional. Isso significa não apenas fornecer sensores, mas estruturar soluções completas de monitoramento — fundamentais para projetos de descarbonização que precisam escalar com segurança e credibilidade. E falando nisso… É exatamente esse tipo de debate que ganha protagonismo no Energy Show 2026, que acontece de 18 a 21 de maio, na CIA Primavera. O evento é realizado pela ACATE, por meio da sua Vertical de Energia, reunindo líderes, especialistas e empresas para discutir caminhos concretos da transição energética no Brasil. Dentro da trilha de Descarbonização Integrada, um dos painéis mais estratégicos aborda o tema: “CCUS: Captura em fontes industriais e naturais. Armazenamento seguro”. A proposta é aprofundar como tecnologias, regulação e monitoramento se conectam para viabilizar projetos robustos e confiáveis. A mediação será conduzida por Gustavo Batistell, CTO da Atlantec e integrante da organização do evento — reforçando o papel da empresa não apenas como fornecedora de tecnologia, mas como agente ativo na construção do futuro do setor. Mais do que acompanhar tendências, participar do Energy Show é estar inserido nas decisões que vão moldar o mercado de carbono, a regulação e as oportunidades de negócio nos próximos anos. Se a descarbonização é o caminho, o monitoramento é o que garante que ele seja viável, seguro e rentável. Nos vemos no Energy Show 2026! Faça a sua inscrição: Acesse aqui!

4H-JENA ENGINEERING LANÇA O CONTROS HydroC™ CH₄/CO₂ COMBI

SENSOR INTEGRADO DE METANO E DIÓXIDO DE CARBONO PARA APLICAÇÕES SUBMARINAS E EM FLUXO CONTÍNUO Em fevereiro deste ano a 4H-JENA engineering GmbH lançou o CONTROS HydroC™ CH₄/CO₂ Combi, ampliando a já consolidada família CONTROS HydroC™ com a detecção combinada de metano (CH₄) e dióxido de carbono (CO₂) em uma única plataforma de sensor compacta. Projetado para reduzir a complexidade de hardware submarino enquanto entrega dados confiáveis in situ, o novo produto atende a demandas científicas e industriais — desde observações oceânicas de longo prazo até monitoramento offshore e detecção de vazamentos. Após implantações iniciais bem-sucedidas, os primeiros sistemas HydroC™ CH₄/CO₂ Combi já estão em operação, com avaliações de utilizadores em andamento. O monitoramento simultâneo de CH₄ e CO₂ é cada vez mais importante para compreender e gerenciar os fluxos de gases de efeito estufa em sistemas marinhos, além de aplicações operacionais como detecção de vazamentos submarinos e monitoramento de CCS (captura e armazenamento de carbono). Ao integrar ambos os gases em um único dispositivo, o sistema permite economia de espaço, peso e energia, além de simplificar a instalação e a arquitetura do sistema. Duas configurações – submarina e fluxo contínuo Para atender diferentes cenários de aplicação, o HydroC™ CH₄/CO₂ Combi está disponível em duas versões: Como funciona – sensoriamento robusto para dados de longo prazo Durante a operação, a água do mar passa pelo sensor. O CH₄ e o CO₂ dissolvidos difundem-se através da membrana do sensor até um circuito interno de gás, sendo direcionados às câmaras de detecção. O CO₂ é medido via NDIR (Infravermelho Não Dispersivo) de alta precisão, enquanto o CH₄ é medido via TDLAS (Espectroscopia de Absorção por Laser de Diodo Ajustável ) , garantindo alta sensibilidade e seletividade. Coeficientes de calibração armazenados no firmware convertem os sinais em dados precisos, com suporte de sensores de referência internos. Principais benefícios Aplicações O sistema HydroC™ CH₄/CO₂ Combi atende diversas áreas, incluindo: Disponibilidade e opções Os modelos HydroC™ CH₄/CO₂ Combi e HydroC™ CH₄/CO₂ FT Combi já estão disponíveis. Opções incluem: Também podem ser integrados a sistemas avançados como o 4H-FerryBox ou estações fixas de pesquisa.

Partiu OI26: Atlantec acompanha de perto as inovações globais em tecnologia oceânica

De 10 a 12 de março de 2026, acontece em Londres, no centro de exposições ExCeL London, a Oceanology International 2026 (OI26), um dos principais eventos globais dedicados à tecnologia marinha, instrumentação oceanográfica e monitoramento ambiental. A conferência reúne empresas, centros de pesquisa, universidades e profissionais da indústria offshore para apresentar novas tecnologias, equipamentos e soluções voltadas à exploração, monitoramento e gestão sustentável dos oceanos. Representando a Atlantec, nosso diretor e gestor comercial estarão presentes no evento, acompanhando de perto as principais novidades do setor e fortalecendo o relacionamento com parceiros estratégicos. Inovações em tecnologia marinha Um dos destaques da OI26 é a apresentação de novos equipamentos e sistemas avançados para aplicações oceanográficas e hidrográficas. Entre as tecnologias em destaque estão: Empresas líderes do setor, como a Teledyne Marine e a 4H Jena Engineering, apresentarão lançamentos e soluções que ampliam a capacidade de coleta e análise de dados no ambiente marinho. Outro eixo central da conferência é o debate sobre sustentabilidade e gestão dos recursos marinhos. Entre os temas discutidos estão: Essas discussões reforçam o papel da tecnologia na compreensão e preservação dos ambientes marinhos, uma missão alinhada com o trabalho da Atlantec no Brasil. Demonstrações práticas no mar: A OI26 também promove demonstrações práticas de tecnologias em operação real. Uma das atividades inclui operações a bordo do Maplin, onde empresas realizam testes e apresentações de equipamentos de mapeamento submarino de alta resolução, sonares e sistemas de navegação. Essas demonstrações permitem que especialistas avaliem o desempenho das tecnologias diretamente em ambiente marinho, aproximando inovação e aplicação prática. A ida de Rodrigo Pacheco e Felipe Sprovieri ao evento faz parte da estratégia contínua da empresa de acompanhar as tendências globais em instrumentação oceanográfica e recursos hídricos. Durante a OI26, nossa equipe estará focada em: Eventos internacionais como a Oceanology International são fundamentais para aproximar o mercado brasileiro das principais inovações tecnológicas do setor marinho. Ao participar da OI26, a Atlantec reforça seu compromisso de conectar pesquisadores, empresas e instituições brasileiras às tecnologias mais avançadas disponíveis no mercado global. Seguimos acompanhando as novidades e compartilharemos em breve insights, tecnologias e tendências que poderão fortalecer ainda mais o portfólio da Atlantec.

Nossa equipe, em parceria com a Priner, esteve em Maceió (AL) realizando a instalação do HydroPACT 660E da Teledyne Marine

Nossa equipe, em parceria com a Priner, esteve em Maceió (AL) realizando a instalação do HydroPACT 660E da Teledyne Marine, a bordo da embarcação Sub X, reforçando a aplicação de tecnologia de ponta em operações submarinas críticas. A parceira Priner é referência nacional em serviços industriais de alta complexidade, com forte atuação nos setores de óleo e gás, energia, mineração e infraestrutura. Com o HydroPACT 660, a Teledyne Marine traz ao mercado o menor rastreador submarino de tubulações por indução de pulso do mundo. O HydroPACT 660 dá continuidade ao legado ao oferecer capacidades de rastreamento de tubulações e cabos para ROVs de inspeção e observação de pequeno porte, em aplicações que anteriormente estavam disponíveis apenas em veículos maiores, como ROVs Workclass e trenchers. A Atlantec atua como Centro de Serviços da Teledyne Marine no Brasil, sendo responsável pela integração, instalação, suporte técnico e pós-venda dos equipamentos, seguindo padrões internacionais de calibração executadas conforme ISO/IEC 17025, com rastreabilidade metrológica, procedimentos documentados e controle de qualidade rigoroso, assegurando que os sistemas operem dentro das especificações do fabricante e das exigências do projeto. Contar com a Atlantec significa ter instrumentação oceanográfica de alto desempenho aliada a calibração acreditada, confiável e rastreável, reduzindo riscos técnicos, aumentando a segurança operacional e garantindo confiança total nos dados gerados ao longo de todo o ciclo do projeto. Consultar escopo de calibrações em: Clique Aqui

Como assegurar que o ADCPs Teledyne Marine usado em seu projeto entregue dados confiáveis

Em projetos oceanográficos, ambientais, portuários, offshore e de engenharia costeira, a qualidade dos dados é tão crítica quanto o próprio equipamento utilizado. O ADCP (Acoustic Doppler Current Profiler) é um dos instrumentos mais importantes para a medição de correntes, mas seu desempenho depende diretamente de manutenção adequada, testes diagnósticos e calibrações rastreáveis. Garantir a confiabilidade de um ADCP não é apenas uma boa prática — é um requisito técnico para quem trabalha com tomada de decisão baseada em dados. Manutenção preventiva de ADCPs  A manutenção preventiva é essencial para preservar a qualidade das medições e a vida útil do equipamento. As principais manutenções de um ADCP envolvem cuidados sistemáticos com sensores acústicos, conectores, energia e calibrações internas. Abaixo estão os procedimentos essenciais recomendados pelo fabricante, fundamentais para preservar a integridade dos dados coletados. 1. Limpeza e inspeção visual A primeira linha de defesa contra erros de medição começa pela inspeção física do equipamento: • Transdutor As faces dos transdutores devem estar completamente livres de sujeira, algas ou biofouling, que podem bloquear ou distorcer os pulsos acústicos. A limpeza deve ser feita exclusivamente com água e sabão neutro, sem uso de solventes agressivos ou ferramentas abrasivas que possam danificar a cerâmica. • Carcaça Avaliação visual do corpo do ADCP para identificar sinais de corrosão, impactos ou deformações estruturais. • Vedações Inspeção e lubrificação periódica dos anéis de vedação (O-rings) são essenciais para evitar infiltração de água e falhas eletrônicas durante a operação submersa. O-rings esmagados ou rompidos precisam ser substituídos. É importante usar um O-ring com a especificação certa (dimensões e material). 2. Conectores e cabos (Connectors and Cables) Grande parte das falhas operacionais em ADCPs está associada a problemas em conectores: • Lubrificação Antes de cada conexão, os pinos devem ser limpos e lubrificados com silicone lubrificante apropriado, reduzindo o risco de corrosão e mau contato. • Pinos Verificação de pinos tortos, oxidados ou com sinais de corrosão galvânica. • Cabos Avaliação do cabo de dados e energia para identificar cortes, esmagamentos ou dobras permanentes que possam comprometer a transmissão. 3. Testes de diagnóstico  Antes de qualquer implantação, testes funcionais são indispensáveis: • Verificação de cada feixe Confirma que todos os feixes acústicos estão transmitindo e recebendo sinais corretamente. • Teste de esfregar (PC1 Test) Procedimento simples e eficaz, onde se esfrega a face do transdutor (ou utiliza-se plástico bolha) para gerar ruído acústico e confirmar que o sensor está “ouvindo”. • Verificação da memória interna Verificação do estado da memória interna, garantindo espaço disponível para o armazenamento dos dados da missão. 4. Verificação de campo dos sensores internos Esta verificações garantem que o ADCP esteja medindo corretamente em relação a referências conhecidas: • Ajuste de campo da bússola Deve ser realizada sempre que o equipamento for instalado em uma nova estrutura ou ambiente, compensando interferências magnéticas locais. • Zerar o sensor de pressão Ajuste do sensor de pressão em relação à pressão atmosférica local antes da implantação. • Sincronizar o relógio Sincronização do relógio interno do ADCP com o computador, assegurando marcas de tempo precisos, fundamentais para correlação temporal dos dados. 5. Gestão de energia A autonomia e a segurança do equipamento dependem de cuidados com o sistema de energia: • Substituição da bateria Verificação da voltagem e condição das baterias em sistemas autônomos. • Sílica gel Substituição dos pacotes de sílica para evitar condensação interna e danos eletrônicos. • Armazenamento Para longos períodos sem uso, recomenda-se a remoção das baterias internas, prevenindo vazamentos e falhas futuras. Por que isso importa para o seu projeto? Dados oceanográficos não confiáveis geram riscos técnicos, financeiros e ambientais. Um ADCP bem mantido, testado e calibrado: • reduz incertezas de medição • aumenta a vida útil do equipamento • assegura a qualidade dos dados • fortalece a credibilidade técnica do projeto • atende exigências de órgãos reguladores, clientes e auditorias Calibração acreditada ISO/IEC 17025 A Atlantec realiza calibrações acreditadas para os ADCPs Teledyne Marine em laboratório. Veja o nosso escopo acreditado conforme ABNT NBR ISO/IEC 17025: Acesse Aqui. Compra através da nossa filial nos EUA A Atlantec se destaca no mercado por oferecer compra e suporte qualificados, seguros e econômicos. Isso é possível pela nossa filial internacional, a Atlantec Marine Instruments LLC, nos Estados Unidos, que permite a intermediação estratégica e eficiente da importação de equipamentos. Programa de pós-vendas exclusivo Atlantec para ADCPs Teledyne Marine Independentemente da modalidade de compra, você conta com o compromisso da Atlantec em fornecer suporte técnico especializado, consultoria confiável e serviços no Programa de pós-venda exclusivo* que protege seu investimento e proporciona uma manutenção preventiva e calibração acreditada* gratuita nos primeiros 24 meses após a compra. Esse programa assegura que o ADCP continue entregando dados confiáveis durante toda a vida útil do equipamento.  Nosso centro de serviços está preparado para atender seu projeto com:  • Atendimento com suporte técnico especializado no Brasil • manutenção preventiva e corretiva • testes diagnósticos completos • calibração acreditada ISO/IEC 17025 • redução de tempo de parada do equipamento, com estoque de peças ou locação de equipamentos durante a manutenção do equipamento do cliente. Nossa equipe de especialistas está pronta para orientar você em cada etapa, garantindo a escolha do equipamento mais adequado para o seu projeto. Confira regulamento do Programa de pós-venda exclusivo: Acesse Aqui.

O Espaço de Negociação do ADCP Workhorse Proteus

Entenda como a Nova Geração de Perfiladores Redefine o Equilíbrio entre Alcance, Resolução e consumo de energia. O lançamento do Teledyne Workhorse Proteus marca uma mudança importante no mercado de perfiladores acústicos de corrente Doppler (ADCPs). Embora o Proteus herde a base consolidada da linha Workhorse, o que realmente o diferencia é sua capacidade de expandir o espaço de negociação — o trade-off técnico inevitável entre alcance, resolução, variância da velocidade e consumo de energia. Para entender seu impacto, é preciso primeiro compreender a principal limitação de qualquer ADCP: Os trade-offs da Tecnologia ADCP ADCPs operam transmitindo pulsos acústicos na água. Pela própria física do sonar, há um equilíbrio técnico inevitável: 1. Pulsos Curtos (célula menor) → Alta Resolução, Baixo Alcance, Maior variância 2. Pulsos Longos (célula maior)→ Maior Alcance, Menor Variância, Menor Resolução É possível diminuir a variância por meio de média temporal prolongada, mas com isso se reduz a resolução temporal — um ponto crítico para aplicações dinâmicas. Em resumo, todo operador de ADCP tem que enfrentar estes compromissos: ALCANCE ↔ RESOLUÇÃO ESPACIAL ↔ PRECISÃO ↔ CONSUMO DE ENERGIA Como o Workhorse Proteus Expande o “Espaço de Negociação”: O Proteus foi projetado para romper as limitações tradicionais com uma arquitetura eletrônica e computacional moderna, oferecendo configurabilidade e flexibilidade inéditas na categoria. A seguir mostramos, os principais recursos e como cada um deles atua diretamente na atenuação dos trade-offs clássicos. 1. Plataforma de Processamento Avançado (ADSP) + Processador Catalyst O que resolve: Limitações entre resolução espacial, alcance e variância da velocidade. Como: O processamento Doppler é realizado em um MCU dedicado e um MCU separado chamado Catalyst é usado para o pós-processamento, permitindo taxas de ping superiores a 16 Hz. Permite esquemas avançados de ping, simultâneas e em múltiplas escalas temporais e espaciais. Processa mais dados onboard e transforma em insights práticos e acionáveis. Integra-se facilmente à qualquer plataforma eletrônica e garante registro de dados confiável. 2. Potência de Transmissão Configurável O que resolve: A impossibilidade de priorizar alcance ou resolução de forma dinâmica. Como: O usuário pode ajustar a potência para: 3. Sistema de Cinco Feixes com Feixe Vertical Dedicado O que resolve: A limitação histórica dos ADCPs que estimam a velocidade vertical apenas por cálculo indireto entre feixes inclinados. Como: Com o feixe vertical de alta resolução, o Proteus: 4. Baixo Consumo de Energia (< 7 W) O que resolve: A tensão entre desempenho avançado e autonomia em missões longas. Como: Mesmo oferecendo capacidades sofisticadas, o Proteus opera com menos de 7 W, permitindo: 5. Novo AHRS com Alto Desempenho O que resolve: Erros de orientação, especialmente em plataformas móveis. Como: O novo AHRS garante: O Resultado: Um ADCP com “Disposição Flexível”, Não Limitante O diferencial do Proteus não está em eliminar as leis da física — isso nenhum ADCP pode fazer — mas em permitir ao operador reconfigurar dinamicamente o equilíbrio entre alcance, resolução e energia. Em vez de ficar preso a um único ponto no trade-off, o usuário ganha acesso a um espaço de negociação expandido, onde pode: O Proteus apresenta versatilidade de uso em ambientes estuarinos, costeiros e oceânicos, oferecendo alta precisão para a aplicação em projetos de pesquisa, monitoramento ambiental e engenharia costeira. A Atlantec, em parceria com a Teledyne Marine, traz ao mercado brasileiro o novo ADCP Proteus. E independentemente da modalidade, você conta com o compromisso da Atlantec em fornecer suporte técnico especializado, consultoria confiável e serviços no Programa de pós-venda exclusivo que protege seu investimento e proporciona uma manutenção preventiva e calibração acreditada* gratuita nos primeiros 24 meses após a compra. Nossa equipe de especialistas está pronta para orientar você em cada etapa, garantindo a escolha do equipamento mais adequado para o seu projeto.

A galera da instrumentação oceanográfica bota o ovo e não cacareja

Como disse certa vez o pesquisador Fábio Nascimento (LIOc/COPPE/UFRJ), “a galera da instrumentação oceanográfica bota o ovo e não cacareja”. Produz muito, entrega resultados essenciais para a ciência e para a indústria, mas raramente fala sobre isso. Foi justamente essa provocação que acendeu um novo movimento dentro da Atlantec após o OMARSAT anterior. E a fala de Gustavo Batistell, gestor técnico de laboratório, no XVI OMARSAT 2025 em Cabo Frio – RJ, deixa claro como essa mudança já está trazendo impacto para o ecossistema oceanográfico brasileiro. Com mais de duas décadas de atuação técnica e operacional, a Atlantec era amplamente reconhecida nos bastidores: manutenção precisa, instrumentação confiável, suporte especializado. Entretanto, faltava dar visibilidade ao que estava sendo construído. Esse ponto de virada veio no OMARSAT anterior em 2023, quando a empresa decidiu “cacarejar” — comunicar melhor, se aproximar do mercado e participar de forma mais ativa do ecossistema. Desde então, várias ações concretas foram realizadas e destacadas por Gustavo, indo além do posicionamento comercial: O apoio formal da Atlantec ao INPO (Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas) que se consolidou no OMARSAT anterior a partir da reunião ente empresários e a Diretora de Infraestrutura e Operações do INPO, Janice Trotte Duhá. O apoio técnico ao Projeto Boias Livres do LabECO/VeleiroECO/UFSC. Onde Gustavo contribuiu diretamente com o projeto do Pesquisador Pedro Veras Guimarães (LabECO/VeleiroECO/UFSC), participando na especificação do sistema de energia das boias, no design dos painéis solares e no processo de importação dos materiais. Boias estas que já foram inclusive testadas em algumas ocasiões, lançadas do próprio VeleiroECO e, durante Novembro de 2025 da 44ª Operação Antártica (OPERANTAR) do Navio Polar “Almirante Maximiano” da Marinha do Brasil, reforçando o impacto prático dessa colaboração. Consequentemente, o apoio ao INPO e ao LabECO acabaram levando à contribuição voluntária em reuniões, documentação e workshops para impulsionar ciência e inovação em iniciativas estratégicas para a instrumentação oceanográfica brasileira com a RInstrO (Rede de Instrumentação, Robótica e Melhores Práticas) dentro do âmbito da ReNOMO (Rede Nacional de Observação e Monitoramento Oceânico). Com isso, a empresa começou a oferecer sua expertise — adquirida em 22 anos de atuação — para ajudar laboratórios, pesquisadores e equipes de inovação na resolução de problemas técnicos e na integração de sistemas complexos. Outra ação importante foi o movimento de aproximação com a ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia), através do programa Vertical de Energia e do evento EnergyShow no ecossistema empreendedor catarinense. As empresas da ACATE são referência nacional e internacional em inovação e Gustavo reforça que esse ecossistema colaborativo cria um ambiente fértil para parcerias, contratos, participação em licitações, desenvolvimento de projetos conjuntos, etc. A Atlantec passa a se posicionar não apenas como empresa técnica, mas também como parte de um ambiente que favorece inovação e empreendedorismo. O Energy Show, que ocorre anualmente em Maio, é um desses espaços onde a empresa, uma das organizadoras do evento, fomenta conexões e novas oportunidades. Por esse motivo, Gustavo convida tanto os potenciais participantes quanto empresas/instituições potenciais patrocinadoras a entrar em contato e reservar 18 a 21 de Maio de 2026 em suas agendas. CCUS – Carbon Capture, Utilization and Storage, a janela estratégica mais promissora do momento: O trecho mais estratégico da fala aborda a crescente área de CCUS — um tema que está em evidência globalmente. E aqui há uma oportunidade real para pesquisadores e empresas com capacidade técnica, especialmente em monitoramento e integração de sistemas. Por que esse é o momento perfeito? O mundo discute captura e mitigação de carbono, mas ainda não há normas ou regulamentações claras. O mercado vem se estabelecendo agora. A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) já iniciou movimentos formais, incluindo: -Relatório sobre a implementação do marco regulatório de CCUS” de 25/04/2024 e rev. 13/02/2025;-Nota Técnica Nº 3/2024/STM-AUT/STM/ANP-RJ “Enquadramento de projetos de PD&I relacionados ao armazenamento geológico de CO₂” de 01/11/2024;-Dos 67 desafios de P&D publicados no edital NAVE de 11/2024, pelo menos 5 estavam diretamente relacionados a CCUS. A Petrobras é pioneira e já opera quatro hubs e um piloto de reinjeção de CO₂, o que acelera todo o mercado. Total Energies e Petronas também demonstraram interesse, reforçando o potencial econômico. O papel estratégico da Atlantec no CCUS. Gustavo destaca um caminho inteligente: não é preciso — nem viável no curto prazo — desenvolver sensores exclusivos. A oportunidade está na integração de sistemas, na modelagem, nos alertas, na análise de risco de vazamento, no monitoramento de reinjeção e no uso de parâmetros complementares como O₂ e correntes para garantir uma solução de domínio nacional. Tudo isso é facilmente justificável pela combinação do interesse do mercado em financiar tais estudos, por artigos científicos que indicam a factibilidade e pelo trabalho da ANP trabalhando nas recomendações que em breve devem chegar à regulamentação. Assista ao vídeo:

Gerente comercial da Atlantec fala durante o Momento Empresa da XVI OMARSAT

Durante o Momento Empresa da XVI OMARSAT – edição 2025, Felipe Sprovieri, gerente comercial da Atlantec, apresentou a trajetória, a estrutura técnica e o papel estratégico da empresa no avanço da oceanografia no Brasil. Com sede em Florianópolis (SC) e mais de 22 anos de experiência, a Atlantec se consolidou como referência nacional em instrumentação oceanográfica, atuando de forma completa em venda, locação, manutenção, calibração e suporte técnico especializado. Felipe destacou que o propósito central da empresa é garantir a melhor experiência para o cliente, oferecendo soluções confiáveis desde a aquisição até a operação em campo, sempre com foco em precisão, segurança e conformidade metrológica. A Atlantec é Centro de Serviços Autorizado de suas marcas representadas e possui um laboratório acreditado pela ISO/IEC 17025, o que assegura um rigoroso padrão técnico nos processos de calibração. Entre os parâmetros com calibração acreditada estão pressão, frequência, temperatura e inclinação. Já os parâmetros rastreáveis incluem campo magnético, velocidade do som, condutividade e Pitch, Roll e Heave, todos executados com rastreabilidade e conformidade metrológica alinhadas às normas internacionais. Esse padrão garante a confiabilidade das medições e fortalece a segurança das operações oceanográficas em diferentes ambientes. Felipe também apresentou a estrutura de serviços laboratoriais da empresa, que incluem calibrações acreditadas e rastreáveis, manutenção eletrônica, mecânica e conservação de equipamentos, reparos e fabricação de cabos submarinos, testes hidrostáticos até 300 bar e suporte técnico contínuo. As manutenções são realizadas prioritariamente nas marcas representadas, garantindo qualidade, padronização e maior durabilidade dos equipamentos. Além disso, a Atlantec oferece serviços de campo que envolvem instalações e comissionamentos de ADCPs e outros sistemas de correntometria, manutenções offshore, calibrações meteoceanográficas e suporte completo para MRUs. Um dos exemplos mencionados foi o comissionamento recente de três ADCPs de casco instalados em um navio de levantamento oceanográfico. Na área de equipamentos, Felipe destacou as principais linhas representadas pela Atlantec. Entre elas, os ADCPs Teledyne Marine RDI, incluindo o Workhorse Proteus, novo lançamento da marca. Também foram apresentados os sistemas multifeixe SeaBat e HydroSweep da Teledyne Marine Reson, voltados para aplicações em águas rasas, intermediárias e profundas. Da Inertial Labs, a Atlantec comercializa MRUs, sensores de onda, sistemas de navegação inercial, LiDAR e IMUs. Já da 4H Jena Engineering, a empresa trabalha com sensores de CO₂ e CH₄, além do sistema Ferrybox, amplamente utilizado em navios de oportunidade, plataformas e linhas de transporte. Da Falmouth Scientific, a Atlantec oferece o sistema de Sub-bottom profiler Aquapulse, voltado para geofísica, com excelente desempenho em ambientes com presença de gás — um diferencial importante para a costa brasileira. Ao concluir sua apresentação, Felipe reforçou o compromisso da Atlantec com a qualidade, o suporte pós-venda e a proximidade com o cliente. A empresa se diferencia pela capacidade técnica, pela confiabilidade de seus processos e pela integração de serviços que atendem tanto o setor público quanto o privado. Mais do que fornecer equipamentos, a Atlantec entrega segurança operacional, precisão metrológica e suporte especializado local para que cada projeto alcance seu máximo potencial nos ambientes marinhos. Assista a apresentação:

A Atlantec é patrocinadora oficial do XVI OMARSAT 2025

O OMARSAT é um simpósio científico organizado pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), realizado bienalmente desde 1995. Ao longo de três décadas, o evento se consolidou como um dos mais relevantes espaços de discussão nas áreas de oceanografia física, engenharia oceânica e oceanografia por satélite. O simpósio reúne professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação de instituições de ensino e pesquisa de todo o país, promovendo um amplo intercâmbio técnico e científico. Nos últimos anos, empresas privadas com atuação em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento — como a Atlantec — também passaram a contribuir significativamente para o avanço do conhecimento, reforçando a importância da cooperação entre os setores público, privado e acadêmico. Embora seja um evento nacional, o OMARSAT frequentemente conta com palestrantes estrangeiros, ampliando o alcance e o nível de aprofundamento das discussões.Desde 2005, o simpósio também entrega o Prêmio Almirante Franco, que reconhece os melhores trabalhos apresentados por estudantes, tanto nas modalidades orais quanto em pôsteres. Como patrocinadores oficiais do XVI OMARSAT 2025, reforçamos nosso compromisso com a ciência, a inovação e o desenvolvimento da instrumentação oceanográfica no Brasil — fortalecendo a autonomia tecnológica nacional e apoiando iniciativas que impulsionam a pesquisa marinha.

O que você deve saber antes de adquirir um ADCP?

Adquirir um ADCP Teledyne RDI exige análise técnica e estratégica. Entender as necessidades do seu projeto, escolher a frequência correta, definir a forma de operação e contar com um fornecedor que ofereça suporte técnico e pós-venda de verdade faz toda a diferença. 1. Qual é o seu objetivo de medição? Antes de escolher um modelo, defina com clareza: Isso determinará o modelo ideal (Workhorse II, Proteus, RiverRay, por exemplo) e a frequência de operação do ADCP. 2. Qual a frequência ideal para o seu ambiente? A frequência afeta o alcance e a resolução: 3. Vai operar em ambiente marítimo ou fluvial? Para medição de vazão em rios existem modelos específicos, tais como o RiverRay e o Workhorse Rio Grande. O WH Rio Grande é fornecido com alimentação de 12V, para facilitar a ligação a uma bateria de embarcações de pequeno porte. 4. Que tipo de interface você precisa? Os ADCPs da Teledyne RDI podem ser adquiridos com interface serial (RS232/RS422) como no caso do Workhorse II ou Ethernet e interface serial no mesmo instrumento, como no caso do novo Proteus ADCP. 5. Você precisa de registro interno ou telemetria em tempo real? 6. Quem vai realizar a manutenção e calibração? É fundamental contar com suporte técnico local e serviço de calibração certificado. A Atlantec, por exemplo, oferece: 7. Como será feita a aquisição: nacional ou internacional? Você pode escolher entre: A Atlantec oferece suporte nas duas modalidades, orientando sobre logística, impostos e documentação. Além de Programa de Pós-vendas exclusivo que garante uma manutenção preventiva e calibração gratuita nos primeiros 24 meses* (após a compra)! Fale com um especialista da Atlantec e receba uma orientação completa para adquirir o ADCP ideal para sua operação. *Consulte mais informações sobre nosso programa de pós-vendas exclusivo.

Neste mês, a Atlantec marcou presença no MundoGEO Connect! 

Um dos maiores eventos de geotecnologia da América Latina, reunindo inovação, pesquisa aplicada e grandes nomes do setor. Participar do MundoGEO é estar em sintonia com o que há de mais avançado em sensoriamento remoto, mapeamento, navegação e soluções tecnológicas para a indústria. E foi exatamente isso que vivenciamos ao longo de mais uma edição memorável. Este evento foi uma excelente oportunidade para fortalecer conexões, estabelecer novas parcerias e apresentar as soluções da Atlantec em tecnologia voltada à exploração e ao monitoramento dos oceanos. Tivemos conversas extremamente produtivas sobre os equipamentos de geofísica da linha AquaPulse, da Falmouth Scientific, Inc. (FSI), e como essa tecnologia de ponta tem gerado resultados valiosos em aplicações marítimas e hidrográficas. Os levantamentos de perfis geofísicos em UHD (Ultra High Definition), muitas vezes combinados com técnicas de batimetria e escaneamento lateral — com equipamentos da Teledyne Marine — foram destaque nas interações com especialistas. Foi um prazer receber cada visitante em nosso estande, assim como visitar colegas expositores. Nos orgulhamos de sermos reconhecidos por grandes instituições como especialistas em soluções tecnológicas aplicadas ao estudo, levantamento e monitoramento do ambiente marinho. Além das conexões valiosas e demonstrações impactantes, também tivemos a oportunidade de destacar as soluções da 4H-JENA engineering GmbH, com sensores, analisadores e sistemas personalizados para monitoramento, pesquisa e caracterização marinha — tecnologias que despertaram grande interesse e geraram excelentes diálogos. Nosso agradecimento especial à Inertial Labs, empresa do grupo VIAVI Solutions, por sua parceria e por contribuir para tornar esse evento ainda mais especial.

A Atlantec está confirmada no maior evento de geotecnologia e drones da América Latina!

De 3 a 5 de junho de 2025, a Atlantec Instrumentação Oceanográfica será expositora no MundoGEO Connect 2025, que acontece no Expo Center Norte – Pavilhão Azul, em São Paulo (SP). O evento reúne fabricantes, importadores e provedores de soluções em geomática, drones, satélites, inteligência artificial e tecnologias 3D, com foco em aplicações reais nas áreas de energia, meio ambiente, defesa, cidades inteligentes, logística, mineração, óleo & gás, infraestrutura e muito mais. Neste ano, a exposição da Atlantec acontece em parceria com a @InertialLabs, empresa que desenvolve e fabrica tecnologias avançadas para os setores governamental, de defesa e aeroespacial. A Inertial Labs é especializada em sistemas de navegação inercial, unidades de medição inercial (IMU), sensores de atitude e referência de direção (AHRS), além de soluções de sensoriamento como LiDAR. A Atlantec é especialista em soluções tecnológicas aplicáveis ao estudo, levantamento e monitoramento do ambiente marinho. No MundoGEO Connect, apresentamos nossa expertise em instrumentação oceanográfica, essencial para operações seguras e sustentáveis — atendendo desde pesquisas geoespaciais e geofísicas até projetos offshore. Pesquisas, licenciamentos e levantamentos que exijam conhecimento geoespacial completo podem ser atendidos pelas soluções das marcas que representamos no Brasil: Inertial Labs, Teledyne Marine, Falmouth Scientific Inc. e 4H Jena Engineering. Somos a ponte entre essas tecnologias globais e os desafios locais dos nossos clientes. A edição de 2025 contará com feira tecnológica, seminários e cursos, destacando soluções de coleta da realidade com uso de satélites, drones, IA, RV, RA e gêmeos digitais. Data: 3 a 5 de junho de 2025LocaçãoLocal: Expo Center Norte – São Paulo/SPMais informações: mundogeoconnect.com Simultaneamente acontecem também os eventos:DroneShow RoboticsSpaceBR ShowExpo eVTOL

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